Sou amante dos animais e da natureza. Busco um caminho além das fronteiras impostas pelo homem. Procuro um meio de conhecer mais, aventurando e convivendo com esse universo além do ser humano, o mundo dos animais e das plantas, aonde existe vida.
Acima de tudo este projeto foi criado para conscientizar as pessoas, mostrando muitos desses maravilhosos animais, fazendo-as compreender sua beleza e sua importância para o meio ambiente e para nós, humanos. Também temos como objetivo falar sobre todos os aspectos relacionados ao meio ambiente e a sustentabilidade. Lembrando que cada um de nós precisa fazer sua parte, para que possamos viver em um mundo sustentável.
Qualquer dúvida é só entrar em contato!
Marcus Farah.
Duas e meia da manhã,
E o amanhã que não chega?
Ontem estava lá, na terra que só cheira amor,
Hoje estou aqui, sozinho, debaixo do meu cobertor.
Com o coração acelerado, e a mente divagando,
Nesta madrugada, penso estar sonhando,
Com o som, as ondas e a cor do mar;
Com as vozes e sorrisos a me encantar.
De pessoas, que um dia irei reencontrar.
São tantas as lembranças, uma saudade que não cabe em mim;
Tantas memórias, do azul, de um mar sem fim.
No dia 25/03/2017 tivemos finalmente a oportunidade de mergulhar com o grande amigo Allan Piccinin, que é uma referência do mergulho, no Brasil, e fundador do grupo de mergulho Toca do Mergulhador. Também pude ver minha primeira tartaruga debaixo d'água, que o Allan fez questão de me mostrar!
O mergulho foi na Pedra Mágica/Laje de Santos, e aproveitamos para bater um papo animal com essa fera do mundo do mergulho. Confiram!
As áreas de desova das tartarugas marinhas, no litoral brasileiro, se estendem nas regiões mais quentes, do norte do Rio de Janeiro até o Rio grande do Norte, e a temporada de reprodução é durante os meses mais quentes do ano, no Brasil, de setembro a março e de dezembro a junho, nas ilhas oceânicas. Ocasionalmente, tartarugas desorientadas podem fazer ninhos fora dessas áreas, como é o caso dos ninhos das praias de Itamambuca e do Puruba, em Ubatuba. Quando isso acontece, por Ubatuba ser uma área mais fria e chuvosa, pode acontecer de poucos ovos eclodirem, ou até mesmo, nenhum. Dessa vez tivemos a sorte de alguns filhotes nascerem e pudemos presenciar uma das maravilhas da natureza, ver esses pequenos indo em direção a imensidão azul! Com certeza um dos momentos mais emocionantes da minha vida!
Esse foi o último vídeo sobre as tartarugas marinhas. Obrigado a todos que acompanharam essa "Saga das Tartarugas Marinhas e do Projeto Tamar". Gostaria de deixar um agradecimento especial a toda a equipe do Projeto Tamar, aos meus colegas e novos amigos, estagiários, que compartilharam comigo experiências incríveis e principalmente aos meus queridos pais, pois sem eles eu não teria chegado até aqui. Muito obrigado e fiquem ligados no Spirito Selvagem!
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A Ilha das Couves em Ubatuba é um lugar maravilhoso, com
águas cristalinas e um ótimo lugar para mergulhar, tanto, que tem gente que a
chama de “Caribe brasileiro” ou “Fernando de Noronha de São Paulo”. Lá é
possível ver diversos animais.
O ouriço do mar é um animal do grupo dos equinodermos, assim
como as estrelas, pepinos e bolachas do mar. É um animal que vive fixado em
rochas do costão rochoso e se alimenta de partículas orgânicas que retira deste
ambiente, com a ajuda de seus espinhos e uma boca localizada na parte central
inferior do seu corpo.
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O ouriço não foi o primeiro equinodermo que gravamos. Clique aqui e confira o vídeo que fizemos sobre a bolacha do mar! Obrigado e até mais! Fiquem ligados!
Essa tartaruga verde juvenil foi encontrada presa em uma
rede na praia do Camburi, região norte de Ubatuba, e estava com a presença de
alguns tumores chamados de ‘Papilomas’. Ela foi levada para a base de Ubatuba
do projeto Tamar, onde passou por uma cirurgia e foi devolvida ao mar dias
depois, quando já estava melhor.
A soltura foi feita no dia 23 de janeiro, na praia do
Bonete, na região sul de Ubatuba, durante a tradicional Festa de São Sebastião,
que estava comemorando seus 168 anos. A festa incluiu diversas atrações
musicais e culturais, como a apresentação da banda Praieira e a tradicional
corrida de canoas.
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Como regra geral, todos os integrantes da ordem Testudines
(tartarugas, cágados e jabutis) podem ser chamados, popularmente, de
tartarugas, sendo tartarugas marinhas, tartarugas de água doce e tartarugas
terrestres. Porém, também podemos diferenciar esses animais, da seguinte
maneira:
Tartarugas (subordem Cryptodira): tartarugas marinhas e as
de água doce. As tartarugas de água doce possuem o casco mais alto do que o dos
cágados, o que possibilita que ela encolha o pescoço.
Cágados (subordem Pleurodira): tartarugas de água doce que
possuem o casco mais achatado e dobram o pescoço de lado;
Jabutis (subordem Cryptodira): tartarugas terrestres, que
possuem casco alto e ‘’patas de elefante’’.
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Boa noite, galera! Vocês sabem o que é o albinismo? Vocês já viram uma tartaruga marinha albina? Será que ela sobreviveria na natureza? Confiram tudo isso e outras coisas no vídeo, que está curtindo e muito legal!
Os filhotes de tartarugas albinas que se encontram na base de Ubatuba do Projeto Tamar são da espécie Caretta Caretta (cabeçuda) e nasceram em dezembro de 2014, em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. De um total de 118 filhotes, oito nasceram albinos e foram encaminhados para Ubatuba, desses, apenas um não sobreviveu, até hoje.
O albinismo é um fenômeno raro que se caracteriza pela ausência total ou parcial de pigmentação, o que deixa os animais mais frágeis e expostos a ataques de predadores. Por esses motivos, esses filhotes não sobreviveriam na natureza.
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Boa tarde, galera! Tem vídeo novo no canal. Vocês sabem quais são as espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil? Sabem qual delas é a mais encontrada aqui no litoral de São Paulo? O vídeo está muito legal! Confiram e aprendam mais sobre esses animais incríveis!
Existem 7 espécies de tartarugas marinhas do mundo, sendo que 5 delas ocorrem no Brasil. Confiram o vídeo!
A tartaruga de couro, ou tartaruga gigante é a maior tartaruga marinha do mundo, podendo chegar a pesar em média de 500 a 700 kg e medir mais de 2 metros de comprimento. Essa espécie não é mantida em nenhuma base do Projeto Tamar por motivos simples. Essa espécie, além de ser muito grande, possui hábito oceânico e se alimenta principalmente de águas vivas, o que dificultaria o manejo dela em cativeiro, além de ser a espécie mais ameaçada de extinção. No Brasil, a única área onde ocorre desovas constantes de tartarugas de couro é em Regência, no Espírito Santo. Sim, exatamente onde deságua o Rio Doce e onde caiu toca aquela lama da Samarco.
Assistam o vídeo e conheçam as outras tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil!
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Faaaala, galera. Quanto tempo, né? Faz mais de um mês que não posto nada, mas foi por um ótimo motivo. Passei esse tempo todo em Ubatuba, trabalhando como estagiário no Projeto Tamar com as incríveis e maravilhosas tartarugas marinhas! Sabem o que isso quer dizer? Nas próximas semanas teremos muitos vídeos muito, mas muuito legais! E sem enrolação, vamos logo com o primeiro!
As áreas de desova das tartarugas marinhas se concentram nas regiões mais quentes, no litoral brasileiro, se estendem do norte do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Norte. Ocasionalmente, tartarugas desorientadas podem fazer ninhos fora dessas áreas, como é o caso do ninho da praia de Itamambuca, em Ubatuba. Quando isso acontece, por Ubatuba ser uma área mais fria e chuvosa, pode acontecer de poucos ovos eclodirem, ou até mesmo, nenhum. Querem saber o que aconteceu com esse ninho? Fiquem ligados no Spirito Selvagem! E não se esqueçam de curtir nossa página e se inscrever no canal!
Faz tempo que não posto nada aqui no blog. A verdade é que estou focando mais na página do facebook, no instagram e no canal do youtube. Se quiserem acompanhar nossas publicações de forma mais rápida, nos acompanhem por essas redes sociais. Obrigado!
E a promessa está sendo cumprida! Amanhã estaremos voltando, depois de 1 ano, à cidade do amor, Ubatuba, em busca de novos desafios. Desta vez, no Aquário de Ubatuba. Tenho certeza que será um mês incrível de novas amizades e muito aprendizado.
Confiram um pouco de como foi nossa experiência no ano passado, na cidade que só cheira amor. Com isso da pra ter uma noção do que está por vir! Haha.
No mesmo dia que fomos ao Horto Florestal, fomos conhecer o Núcleo da Pedra grande, um dos quatro núcleos do Parque Estadual da Cantareira. O núcleo possui quatro trilhas, e fizemos as quatro! A maior é a trilha da Pedra Grande, que leva até a Pedra Grande, principal atrativo do núcleo e que nos propicia uma vista belíssima da cidade de São Paulo. Confiram!
Quero deixar um agradecimento especial ao meu amigo e parceiro Romário Sousa do ABC dos Resíduos Sólidos!
No começo de maio fui, junto ao meu parceiro Romário do ABC dos Resíduos Sólidos, ao Horto Florestal e ao Núcleo da Pedra Grande, no Parque Estadual da Cantareira. O Horto Florestal está localizado na zona norte da cidade de São Paulo e é um ótimo lugar para lazer, levar a família, relaxar e apreciar a natureza. Em nossa visita no horto, encontramos uma capivara e um esquilo. Confiram! Em breve disponibilizo o vídeo do Núcleo do Engordador que está muito legal e também as fotos do dia.
Nesse sábado, 23/05/2015, estive presente mais uma vez na Telinha! Dessa vez em uma rápida participação no programa Terra da Gente, durante o encontro de observadores de aves, Avistar, em São Paulo. Minha participação é aos 8:13 minutos. O Terra da Gente é televisionado pela Globo de Campinas, São Carlos, Ribeirão Preto e Sul de Minas. Obrigado ao Marcelo Ferri, Valéria Forner e toda a equipe do Terra da Gente! Confiram a Reportagem e entendam essa paixão que é Passarinhar!
No dia 23/04 os alunos da Engenharia Ambiental e Sanitária e da Gestão Ambiental do SENAC realizaram uma visita técnica a Fazenda Acaraú, localizada em Bertioga, litoral de São Paulo
A Fazenda Acaraú desenvolve diversos trabalhos de levantamento da fauna e da flora, além de ser reconhecida como Área de Soltura de Animais Silvestres. Ela possuí um centro de manejo com recintos onde ficam hospedados animais que são recebidos e que estão em tratamento e observação para serem reabilitados. Durante nossa visita pudemos avistar diversas espécies de animais em vida livre, entre aves e mamíferos, além de ter a oportunidade de conhecer esses recintos e observar os animais em
reabilitação. No caso, um jacu e um lindo gato-do-mato-pequeno, que em
breve devem ser devolvidos a natureza. Trabalho fantástico da Fazenda
Acaraú!
Confiram o vídeo que fiz falando sobre uma cutia que encontramos se aproveitando de um dos comedouros que ficam espalhados pela fazenda e confiram todas as fotos da visita clicando aqui.
No dia 28/02 fomos até o Solo Sagrado do Guarapiranga em uma saída de campo do Centro Universitário SENAC, onde foram turmas do curso de Engenharia Ambiental e do curso de Gestão Ambiental. Confiram!
Os primeiros protótipos do Paraíso Terrestre, também conhecidos como Solos Sagrados foram criados no Japão na metade do século XX. Idealizados por Mokiti Okada, também conhecido como Meishu-Sama (Senhor da Luz), os Solos Sagrados são como Templos da Igreja Messiânica e se caracterizam pela harmonia entre a beleza natural e a criada pelo homem. Meishu-Sama tinha como objetivo que outros países tivessem os Solos Sagrados do Japão como exemplo e também construíssem em seu território um protótipo do Paraíso Terrestre.
No Brasil o Solo Sagrado foi construído à margem da represa do Guarapiranga, em São Paulo. Com sua área de 327.500 m², o Solo Sagrado do Guarapiranga é considerado um dos maiores lugares no Brasil para se contemplar a natureza e para meditação.
A construção do Solo Sagrado do Guarapiranga começou em 1991 com a ajuda
de milhares de voluntários do Brasil e de outros países do mundo que se
revezavam em mutirões para ajudar, enchendo o lugar com seu amor,
gratidão e sinceridade.
Apesar de ser um Templo da Igreja Messiânica, você não precisa ser um fiel para ir ao Solo Sagrado e nem será doutrinado. Os Messiânicos acreditam que só por estar no local, a pessoa já está se encontrando com Deus através da natureza. Então mesmo sendo cristão, judeu, ateu, etc, você pode visitar o Solo Sagrado e levar sua família para apreciar um lugar de uma beleza incrível!
O Templo - Escadaria Arco - Íris é sustentado por 16 pilares que representam todas as direções do mundo. A primeira vista parece que não possui paredes, nem teto, porém, o céu é considerado o teto e as paredes são a própria natureza. A escadaria que leva ao templo possui sete patamares ladeados por flores com as cores do arco-íris.
Em um lugar tão belo e cheio de vida também é possível ver alguns animais, como é o caso dessas corujas-buraqueiras. Um presente incrível!
O Solo Sagrado do Guarapiranga também é um modelo de preservação ambiental, possuindo seu próprio Sistema de Gestão Ambiental, buscando a sustentabilidade e a preservação da fauna e da flora locais.
Lá, todo resto orgânico é descartado em local adequado, onde bactérias degradam a matéria orgânica, transformando-a em húmus que é utilizado como adubo nos jardins. Toda a água utilizada é proveniente de poços artesianos, não consumindo água da represa do Guarapiranga.
O viveiro de flores produz aproximadamente 70 mil mudas por mês, que são utilizadas nos jardins, mantendo o local sempre florido em todas as épocas do ano. No viveiro é utilizado um Cultivo Natural, não são utilizados adubos químicos nem agrotóxicos.
Depois de conhecer as maravilhas do Solo Sagrado, fizemos uma trilha de aproximadamente 1h30 mesmo de baixo de chuva! Durante a trilha encontramos uma jararaca que estava imóvel, esperando a chuva passar.
Por ser um animal de sangue frio, que não possui a capacidade de regular sua temperatura interna, a jararaca fica mais ativa quando está calor e quando faz frio e/ou chove, fica menos ativa.
Gostaram? Se quiserem conhecer mais sobre o Solo Sagrado do Guarapiranga, cliquem aqui!
Confiram o vídeo da nossa visita!
Trilha Sonora:
Hino do Salmo 18 - Igreja Messiânica.
Agradecimentos:
Gostaria de deixar um agradecimento ao Leo Beuttler e à Letícia Soares
que me ajudaram com as filmagens, à todos os meus colegas da engenharia
ambiental e da gestão ambiental, aos meus professores e às pessoas do
Solo Sagrado que estiveram conosco o tempo todo.
Passamos uma noite bem fria e chuvosa. Pela manhã, a primeira coisa a fazer foi comer um delicioso café da manhã composto por enlatado de salsicha e água morna recém purificada!
Todas as águas naturais possuem uma infinidade de microrganismos e podem vir a causar doenças se ingeridas sem serem purificadas. As águas de rios geralmente oferecem menos riscos pois estão em movimento, circulando, o que permite uma filtração natural. Mesmo assim, oferecem riscos a saúde devido a presença desses microrganismos. Águas estagnadas (paradas) oferecem ainda mais riscos, pois não escoam para nenhum lugar, assim, diversos insetos depositam suas larvas nessas águas e protozoários aparecem com mais frequência, aumentando os riscos a saúde.
Para se purificar a água em situações de sobrevivência, trilhas, etc, pode-se utilizar o comprimido Clorin, que é um comprimido a base de cloro ativo cujo objetivo é combater as bactérias presentes na água. Para cada 1l de água a ser purificada é preciso colocar 1 comprimido do Clorin e esperar meia hora para o consumo. Quando não há a possibilidade de se ferver a água, essa é a melhor maneira de se obter água potável. É importe sempre levar consigo uma cartela com esse comprimido quando for acampar ou fazer trilhas. o Clorin pode ser encontrado em lojas de camping, caça, pesca e em farmácias.
Apesar do Clorin, a melhor opção para se purificar a água é ferve-la, pois as altas temperaturas matam os microrganismos.
Antes de sairmos para a trilha que nos levaria a cachoeira onde realizamos o rapel, tivemos um básico curso de nós, onde aprendemos cerca de 5 nós básicos, como o nó oito básico e o nó nove.
Depois de aprendermos alguns nós básicos, seguimos à trilha da cachoeira, que durou cerca de 1h30. Em alguns momentos o silêncio também faz parte da sobrevivência. Houve um momento em que tivemos que ficar em silêncio devido a presença de uma colmeia de marimbondos. Se fizéssemos barulho, os marimbondos poderiam atacar.
Após 1h30 de trilha chegamos a cachoeira onde realizamos o rapel. A cachoeira possui uma inclinação de cerca de 70º e 40 metros. Apesar de não ter uma inclinação de 90º, por ser uma cachoeira, o chão é muito escorregadio, dificultando a descida.
O rapel é uma atividade vertical praticada utilizando técnicas verticais, cordas e equipamentos de proteção adequados para a descida de obstáculos como cachoeiras, paredões, prédios, etc. É uma técnica muito utilizada em atividades de Turismo de Aventura e por espeleólogos em explorações de cavernas. Antes da prática do rapel, é preciso que o praticante tenha tido instruções básicas, cursos preparatórios e seja acompanhado por um especialista.
E assim chegamos ao final do curso Ecoturismo e Técnicas Básicas de sobrevivência ministrado pelo Eduardo da Equipe Trilhas da Terra. Foi um fim de semana incrível onde vivemos experiências únicas, fizemos novas amizades e pudemos estar em contato com a natureza e seus seres incríveis.
Gostaria de deixar um agradecimento especial ao Eduardo, pela oportunidade de realizarmos o curso e estarmos em contato com a natureza. Gostaria de agradecer também ao Raul, Gisele e Thiago, que também participaram do curso e juntos, vivenciamos essa experiência fantástica.
Confiram abaixo o vídeo do segundo dia do curso.
Trilha sonora:
AC/DC - Rock'n, roll train (abertura)
Joe Satriani - Summer Song
The Tokens - The lion sleeps tonight
Jerry C - Canon rock
Obrigado por nos acompanharem e fiquem ligados no Momento Spirito Selvagem!
Nos dias 12 e 13 de abril participamos do curso de Ecoturismo e Técnicas Básicas de sobrevivência com a equipe Trilhas da Terra.
O ponto de encontro foi no restaurante DIB na divisa de Mairiporã e São Paulo. De lá fomos para a trilha que nos levaria ao local do acampamento.
No caminho encontramos algumas aranhas. A aranha Nephila foi a mais vista. Esse gênero de aranha é muito comum em regiões quentes do continente americano. No Brasil elas podem ser encontradas por toda a região da Mata Atlântica. Esta aranha é uma tecedeira que constrói suas teias com formato circular em locais entre a vegetação onde insetos costumam voar. A seda de sua teia é muito resistente, podendo ser perigosa até para pequenos passos que ficam presos.
Os anfíbios nos acompanharam durante todo o primeiro dia. O primeiro que encontramos foi esse sapo-de-chifres. Apesar do nome e de falarmos no vídeo abaixo que se trata de um sapo, este animal é da família das rãs. O apelido de sapo deve-se a sua pele camuflada e enrugada e por caminhar pelo chão da floresta. O nome popular sapo-de-chifres se deve as suas ''sobrancelhas'' que possuem o formato parecido com cifres.
Na primeira parte do curso aprendemos a arrumar a mochila para uma trilha de acordo com as prioridades. Mesmo se a trilha for de apenas um dia, deve-se estar sempre preparado e equipado caso precise ficar mais tempo e montar um acampamento, pois a natureza é sempre imprevisível.
Após a aula de como montar uma mochila, nós montamos o acampamento. Ficamos em barracas, mas o Eduardo, nosso guia, montou um abrigo improvisado no chão. A preferência é que o abrigo esteja sempre no alto e longe do chão, para evitar animais como cobras, mas no chão também é muito útil se você precisar passar a noite na mata.
A uma certa distância do acampamento, cavamos a latrina, que serve como vaso sanitário, onde são feitas as necessidades.
Depois de nos instalarmos, fizemos uma trilha até uma cachoeira e no caminho encontramos esse tucano-de-bico-verde. É uma ave que vive em áreas florestadas, principalmente na mata atlântica. Apesar termos conseguido apenas uma foto e registrar só um indivíduo havia mais tucanos por perto. Sabemos disso pois ouvimos o canto desses animais por um bom tempo, mas por ser mata fechada e por eles estarem na copa das árvores, foi difícil visualizá-los. Felizmente conseguimos uma foto!
Após uma trilha bem cansativa, pudemos relaxar tomando um banho de cachoeira mais que merecido!
No caminho de volta encontramos outro anfíbio. Este é um exemplar macho da perereca-de-banheiro. Sabe-se que é macho devido a sua coloração, característica dos machos quando estão em atividade reprodutiva.
Esta taturana estava andando na minha perna. O perigo desses animais está em suas cerdas (pelos), que causam fortes queimaduras. Dei sorte dessas cerdas não encostarem em mim.
Chegando da trilha acendemos uma fogueira para nos aquecer durante a noite e preparamos nosso jantar. No meu caso, um delicioso enlatado de atum!
No meio da noite encontramos essa perereca perto do acampamento. Não consegui identificá-la. Se alguém souber qual é essa espécie, deixe nos comentários. Obrigado!
Encontramos duas pererecas e uma rã (sapo-de-chifre). Com tantos anfíbios, acho importante explicar a diferença entre esses animais. Os sapos, rãs e pererecas são anfíbios anuros, ordem de anfíbios sem cauda.
Sapos - Anuros de pele rugosa, seca e com verrugas. Pernas curtas, o que não permite que esses animais deem pulos de longa distância.
Rãs - Pele lisa e pernas longas, que permitem saltos longos. Suas patas traseiras podem ter membranas que auxiliam a rã a nadar.
Pererecas - Pele lisa, pernas longas e patas dotadas de ventosas (servem para a fixação, ajudando a subir em árvores).
Trilha sonora:
AC/DC - Rock'n roll train (abertura)
Erick Johnson - Cliffs of Dover
Justin Moore - How I Got To Be This Way
Pearl Jam - Last Kiss
Esse foi o primeiro dia do curso na mata atlântica. Em breve mostraremos como foi o segundo dia. Fiquem ligados!
É isso aí, pessoal, passamos o fim de semana com o Eduardo da equipe Trilhas da Terra no curso de Ecoturismo e Técnicas Básicas de Sobrevivência. Logo estaremos mostrando como foi essa aventura na natureza! Fiquem ligados!