Quem sou eu

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Sou amante dos animais e da natureza. Busco um caminho além das fronteiras impostas pelo homem. Procuro um meio de conhecer mais, aventurando e convivendo com esse universo além do ser humano, o mundo dos animais e das plantas, aonde existe vida. Acima de tudo este projeto foi criado para conscientizar as pessoas, mostrando muitos desses maravilhosos animais, fazendo-as compreender sua beleza e sua importância para o meio ambiente e para nós, humanos. Também temos como objetivo falar sobre todos os aspectos relacionados ao meio ambiente e a sustentabilidade. Lembrando que cada um de nós precisa fazer sua parte, para que possamos viver em um mundo sustentável. Qualquer dúvida é só entrar em contato! Marcus Farah.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Enriquecimento Ambiental - Ambiente Natural

Hoje tem vídeo novo no canal!Vamos continuar a falar sobre enriquecimento ambiental.

Uma das técnicas de enriquecimento ambiental mais básicas é a reprodução do ambiente natural dos animais. Essa técnica serve para diversos animais como peixes e principalmente animais silvestres. O objetivo é aproximar o máximo possível o ambiente de cativeiro ao ambiente onde o animal se encontra na natureza.

Gostaram? Então se inscrevam no canal e compartilhem o vídeo, para ajudar a levar essa informação para outras pessoas, garantindo uma qualidade de vida melhor para muitos animais! Fiquem ligados!



  

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Protagonistas do Desmatamento Zero

Há uns dias fui entrevistado pelo estudante de jornalismo, Matheus Maluf, que fez uma matéria sobre o desmatamento. Confiram a matéria a baixo! 

Protagonistas do “Desmatamento Zero” 

Preocupados com o alto nível de desmatamento Organizações socioambientais tomam iniciativas para evitar maiores danos às florestas


Em junho de 2015, o DETER identificou a maior alta de desmatamento nos últimos seis anos, as áreas desmatadas chegaram a 3.260 Km2, área 107% maior do registrado em agosto de 2014. A SAD do IMAZON liberou dados do seu “Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real” – DETER, e os números não são nada animadores: o corte raso (3260 Km2) e a degradação florestal (1708,5 Km2), somados aos alertas não confirmados, totalizam uma destruição de 5.121,92 Km2. Acabando com a seqüência de queda que vinha sido registrada.

   
Tendo em vista o enorme aumento no número de alertas de desmatamento, algumas Organizações da sociedade civil apresentaram um projeto para zerar o Desmatamento exemplificando varias formas de usar os recursos de forma sustentável e consciente.

Em conversa com o engenheiro ambiental Marcus Farah foi explicado que o desmatamento não é algo que podemos zerar, até porque precisamos dos recursos naturais para grande parte dos objetos que utilizamos no dia a dia que são feitos de madeira, papel, ou outros materiais derivados deles. Logo 0% de desmatamento é algo inviável, “porém, o uso sustentável dos recursos naturais é, não só possível de acontecer, como necessário. O que é preciso é acabar com o desmatamento ilegal, sem o devido controle, e utilizar os recursos naturais de maneira racional, minimizando os impactos ambientais e utilizando de medidas compensatórias.”


Mais uma vez o Mato Grosso liderou esse ranking com um aumento porcentual significativo, de aproximadamente 503% equivalente a 35% de todos os alertas.

 Quando questionado o porquê desse enorme aumento de desmatamento em MT, Marcus disse: O Mato Grosso é um estado cuja principal fonte econômica é a agropecuária. Com a aprovação do novo código florestal, em 2012, o tamanho das áreas que deveriam ser preservadas, diminuiu. O que levou ao aumento do desmatamento. Os produtores se aproveitaram disso para desmatar e usar essas áreas para expandir sua produção. E por o MT ser um estado onde há uma grande produção agropecuária houve um aumento ainda maior do que em estados onde há o desmatamento por conta da extração de madeira.”

Quando o desmatamento desenfreado ocorre sem o devido cuidado todos acabam sofrendo as conseqüências, um exemplo claro disso é a crise hídrica que estamos passando atualmente. “O desmatamento diminui a quantidade de chuvas, pois a água evaporada pelas árvores é levada pelo vento, através de rios flutuantes, carregando a umidade que virá a voltar para a terra em forma de chuva. Com o desmatamento, há menos árvores, logo, menos água é evaporada e levada pelos rios flutuantes para se transformar em chuva.” Afirma o ambientalista Marcus Farah.

Se o governo não começar a fiscalizar e tomar decisões coerentes em relação a essa situação, nós poderemos enfrentar problemas maiores do que a crise hídrica.

o desmatamento em níveis excessivos pode causar a extinção de espécies, falta de água, diminuição na produção de oxigênio, maior concentração de CO2 na atmosfera, aumento na temperatura global e a não tão longo prazo, até acabar com a vida no planeta. Sim, esses números são alarmantes.” Conclui Marcus.

Matheus Maluf Teixeira – Jornalismo 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Novos vídeos

Fala galera! 
Faz tempo que não posto nada aqui no blog. A verdade é que estou focando mais na página do facebook, no instagram e no canal do youtube. Se quiserem acompanhar nossas publicações de forma mais rápida, nos acompanhem por essas redes sociais. Obrigado!

Facebook: Spirito Selvagem

Instagram @spiritoselvagem

Youtube: Spirito Selvagem

De qualquer maneira, seguem os últimos vídeos do canal para que possam assistir!

Enriquecimento Ambiental - Alimento vivo


Gambá Saruê - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente


Bolacha do Mar - Praia do Cedro

 

sábado, 27 de junho de 2015

Retrospectiva Ubatuba - Vem mais por aí!

E a promessa está sendo cumprida! Amanhã estaremos voltando, depois de 1 ano, à cidade do amor, Ubatuba, em busca de novos desafios. Desta vez, no Aquário de Ubatuba. Tenho certeza que será um mês incrível de novas amizades e muito aprendizado.

Confiram um pouco de como foi nossa experiência no ano passado, na cidade que só cheira amor. Com isso da pra ter uma noção do que está por vir! Haha.


sábado, 23 de maio de 2015

Participação programa Terra da Gente

Nesse sábado, 23/05/2015, estive presente mais uma vez na Telinha! Dessa vez em uma rápida participação no programa Terra da Gente, durante o encontro de observadores de aves, Avistar, em São Paulo. Minha participação é aos 8:13 minutos. O Terra da Gente é televisionado pela Globo de Campinas, São Carlos, Ribeirão Preto e Sul de Minas. Obrigado ao Marcelo Ferri, Valéria Forner e toda a equipe do Terra da Gente! Confiram a Reportagem e entendam essa paixão que é Passarinhar!

       


sábado, 16 de maio de 2015

Fazenda Acaraú

No dia 23/04 os alunos da Engenharia Ambiental e Sanitária e da Gestão Ambiental do SENAC realizaram uma visita técnica a Fazenda Acaraú, localizada em Bertioga, litoral de São Paulo

A Fazenda Acaraú desenvolve diversos trabalhos de levantamento da fauna e da flora, além de ser reconhecida como Área de Soltura de Animais Silvestres. Ela possuí um centro de manejo com recintos onde ficam hospedados animais que são recebidos e que estão em tratamento e observação para serem reabilitados. Durante nossa visita pudemos avistar diversas espécies de animais em vida livre, entre aves e mamíferos, além de ter a oportunidade de conhecer esses recintos e observar os animais em reabilitação. No caso, um jacu e um lindo gato-do-mato-pequeno, que em breve devem ser devolvidos a natureza. Trabalho fantástico da Fazenda Acaraú! 

Confiram o vídeo que fiz falando sobre uma cutia que encontramos se aproveitando de um dos comedouros que ficam espalhados pela fazenda e confiram todas as fotos da visita clicando aqui.

  

sábado, 7 de março de 2015

Solo Sagrado do Guarapiranga

No dia 28/02 fomos até o Solo Sagrado do Guarapiranga em uma saída de campo do Centro Universitário SENAC, onde foram turmas do curso de Engenharia Ambiental e do curso de Gestão Ambiental. Confiram!

Os primeiros protótipos do Paraíso Terrestre, também conhecidos como Solos Sagrados foram criados no Japão na metade do século XX. Idealizados por Mokiti Okada, também conhecido como Meishu-Sama (Senhor da Luz), os Solos Sagrados são como Templos da Igreja Messiânica e se caracterizam pela harmonia entre a beleza natural e a criada pelo homem. Meishu-Sama tinha como objetivo que outros países tivessem os Solos Sagrados do Japão como exemplo e também construíssem em seu território um protótipo do Paraíso Terrestre.


No Brasil o Solo Sagrado foi construído à margem da represa do Guarapiranga, em São Paulo. Com sua área de 327.500 m², o Solo Sagrado do Guarapiranga é considerado um dos maiores lugares no Brasil para se contemplar a natureza e para meditação.


A construção do Solo Sagrado do Guarapiranga começou em 1991 com a ajuda de milhares de voluntários do Brasil e de outros países do mundo que se revezavam em mutirões para ajudar, enchendo o lugar com seu amor, gratidão e sinceridade.


Apesar de ser um Templo da Igreja Messiânica, você não precisa ser um fiel para ir ao Solo Sagrado e nem será doutrinado. Os Messiânicos acreditam que só por estar no local, a pessoa já está se encontrando com Deus através da natureza. Então mesmo sendo cristão, judeu, ateu, etc, você pode visitar o Solo Sagrado e levar sua família para apreciar um lugar de uma beleza incrível!

 

O Templo - Escadaria Arco - Íris é sustentado por 16 pilares que representam todas as direções do mundo. A primeira vista parece que não possui paredes, nem teto, porém, o céu é considerado o teto e as paredes são a própria natureza. A escadaria que leva ao templo possui sete patamares ladeados por flores com as cores do arco-íris.


Em um lugar tão belo e cheio de vida também é possível ver alguns animais, como é o caso dessas corujas-buraqueiras. Um presente incrível!


O Solo Sagrado do Guarapiranga também é um modelo de preservação ambiental, possuindo seu próprio Sistema de Gestão Ambiental, buscando a sustentabilidade e a preservação da fauna e da flora locais. 

Lá, todo resto orgânico é descartado em local adequado, onde bactérias degradam a matéria orgânica, transformando-a em húmus que é utilizado como adubo nos jardins. Toda a água utilizada é proveniente de poços artesianos, não consumindo água da represa do Guarapiranga.


O viveiro de flores produz aproximadamente 70 mil mudas por mês, que são utilizadas nos jardins, mantendo o local sempre florido em todas as épocas do ano. No viveiro é utilizado um Cultivo Natural, não são utilizados adubos químicos nem agrotóxicos.


Depois de conhecer as maravilhas do Solo Sagrado, fizemos uma trilha de aproximadamente 1h30 mesmo de baixo de chuva! Durante a trilha encontramos uma jararaca que estava imóvel, esperando a chuva passar.


Por ser um animal de sangue frio, que não possui a capacidade de regular sua temperatura interna, a jararaca fica mais ativa quando está calor e quando faz frio e/ou chove, fica menos ativa.


Gostaram? Se quiserem conhecer mais sobre o Solo Sagrado do Guarapiranga, cliquem aqui!

Confiram o vídeo da nossa visita!



Trilha Sonora:
Hino do Salmo 18 - Igreja Messiânica.

Agradecimentos:
Gostaria de deixar um agradecimento ao Leo Beuttler e à Letícia Soares que me ajudaram com as filmagens, à todos os meus colegas da engenharia ambiental e da gestão ambiental, aos meus professores e às pessoas do Solo Sagrado que estiveram conosco o tempo todo.
Obrigado e até a próxima!
  

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Cananéia - Parte 2, Reserva Extrativista do Mandira

Após aprendermos sobre a Cooperostra, fomos até a Reserva Extrativista do Mandira, local onde os coletores fazem a coleta e a engorda das ostras.
Primeiramente fizemos um trilha pelo manguezal, guiados pelo Chico Mandira. O manguezal é formado por mangues e é uma área de transição entre o ambiente terrestre e o ambiente marinho.
  

O Chico nos ensinou que no Brasil há sete espécies de mangues, entre eles o mangue-branco, mangue-preto, mangue-vermelho e mangue-amarelo.


Enquanto esperávamos o barco que nos levaria até o local onde é feita a engorda, aproveitamos para tomar um belo de um banho!


O manguezal é considerado o berçário do mar, pois é local de reprodução de tanto espécies marinhas como de água doce. Devido a isso o manguezal é um ambiente de muita importância.
Um morador comum do manguezal e que nos deu o prazer de sua visita foi a fêmea do caranguejo-uca, também conhecido como chama-maré.


Enfim o barco chegou e fomos pelo estuário até o local da engorda, onde o Nei nos falou mais sobre tal processo.

  
O objetivo da engorda é ter ostras com o tamanho exigido para a comercialização (de 5 a 8 cm) durante o período de defeso, que é o período em que a coleta fica proibida pois é o período de reprodução desses animais, de 18 de dezembro a 18 de fevereiro.
  

Após voltarmos a terra firme pudemos saborear um delicioso almoço na comunidade do Mandira feito pelo pessoal da comunidade.


Depois do almoço tivemos uma palestra com o Chico Mandira sobre a história da comunidade e depois fizemos uma trilha, onde no fim pudemos relaxar em uma bela cachoeira.


E por fim chegou a hora de ir embora. Gostaria de agradecer ao Chico Mandira, Nei, Mario, Celina e a todos da comunidade do Mandira que estiveram com a gente durante esses dois dias, aos meus professores José Luis e Alessandro Athiê, aos meus colegas da engenharia ambiental Julio, Nicholas, Erick, Leandro, Decio, Amanda, Luiza, Letícia, Gabriele, Sabrina e Léo e aos meus colegas do curso de administração.


Confiram o vídeo sobre a Reserva Extrativista e até a próxima! Fiquem ligados!


 
Trilha sonora:

Charlie Brown Jr - Ritmo, ritual e responsa (abertura)
Grupo Cantarolama - Agonia do Manguezal
  

domingo, 14 de dezembro de 2014

Cananéia - Parte 1, Cooperostra

De norte a sul do litoral paulista, passamos de Ubatuba para Cananéia. Em outubro fizemos uma visita técnica com a faculdade em Cananéia, com o objetivo de aprender mais sobre o processo de gestão do projeto de manejo de ostra da Cooperativa de Produtores de Ostras (Cooperostra) e sobre a estrutura de implantação da Reserva Extrativista do Mandira de Cananéia. Quando surgiu a Cooperostra, os cooperados foram capacitados em gestão de projetos pelo José Luis Silva de Oliveira do Instituto Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, gestor ambiental e professor do Centro Universitário SENAC (O Zé Luis é meu professor de Gestão de Projetos e foi quem organizou a visita técnica).

Nossa primeira parada em Cananéia foi no Instituto de Pesca para ter uma palestra com a pesquisadora Celena para entender a relação do Instituto de Pesca com a cooperativa. O instituto auxilia na organização da cooperativa e também realiza estudos sobre as ostras na Reserva Extrativista do Mandira.

Entrada do Instituto de Pesca de Cananéia

Entrada da Cooperostra

Em seguida fomos até a cooperativa conversar com o funcionário Mario e aprender um pouco mais sobre a cooperostra, sua organização, história e como é realizada a engorda, extração e comercialização das ostras. 

A ostra é um molusco bivalve, ou seja, que possui duas conchas. Podem ser encontradas em todos os mares do mundo, menos em regiões muito frias ou poluídas e são muito apreciadas na culinária por diversos povos.

A extração e comercialização das ostras é a principal fonte econômica de Cananéia e antes da cooperostra a extração era feita pelos coletores de ostra, cada um por si. A cooperostra surgiu para melhorar a situação precária dos coletores tradicionais que coletavam clandestinamente e vendiam aos atravessadores para garantir sua subsistência. Assim a Cooperostra surgiu para organizar a produção e o comércio das ostras, resultando em um aumento da qualidade do produto, certificando-o e assim, ampliando seu mercado.


A Cooperostra extrai o recurso de modo sustentável, respeitando o período de defeso, e assim permitindo que ele se mantenha e não se esgote. O defeso é uma época do ano em que é proibido a extração de determinado recurso marinho com a finalidade de preservar tal recurso para que ele possa se manter. O período de defeso das ostras vai de 18 de dezembro a 18 de fevereiro. O período anual é instituído pelo Ibama e varia conforme o período de reprodução de cada espécie.


O período de defesa das ostras é durante a melhor época de vendas devido ao turismo que cresce em dezembro e janeiro. Devido a isso surgiu a ideia da engorda. A coleta é feita meses antes e ostra é colocada para engorda para que esteja no tamanho ideal (de 5 a 8 cm) de venda na época da engorda. Assim é possível vender sem extrair.


O processo de limpeza da ostra é realizado por depuração (filtragem e purificação) do molusco, utilizando água potável.


No tempo em que ficamos na Cooperostra recebemos algumas visitas. 

Nosso primeiro visitante foi esse conhecido habitante do litoral. O caranguejo, um crustáceo que pode ser encontrado em regiões litorâneas por todo o mundo e que possui a capacidade de se adaptar a qualquer tipo de água.


Outro visitante foi esse lindo saí-azul! Foi realmente um presente incrível, fazia tempo que não avistava um desse!


Depois de um belo dia de muito aprendizado pudemos experimentar uma saborosa ostrinha.
 

Fiquem ligados, na próxima iremos até a Reserva Extrativista do Mandira!



Trilha sonora:
Charlie Brown Jr - Ritmo, ritual e responsa (abertura)
Tokens - The Lion Sleeps Tonight
   

domingo, 23 de novembro de 2014

Greenpeace

O Greenpeace é a maior ONG de preservação ambiental do planeta, há mais de 40 anos lutando pela causa ambiental e hoje está em mais de 40 países. A ONG chegou ao Brasil em 1992, marcando sua fundação no país com um protesto contra a usina nuclear de Angra. Os ativistas chegaram por mar, a bordo do navio Rainbow Warrior e fixaram 800 cruzes no pátio da usina, simbolizando o número de mortos no acidente de Chernobyl. A primeira grande vitória no país se deu um ano depois com a proibição da importação do lixo tóxico.

Nesse mês comecei a trabalhar e fazer parte dessa maravilhosa ONG, continuando assim, a luta em defesa da natureza e da vida. Que eu possa sempre estar aprendendo e me capacitando cada vez mais para entender e defender o meio ambiente!

Só conseguiremos mudar o mundo se cada um fizer a sua parte. Com União e Garra podemos dar um futuro melhor para as próximas gerações. Precisamos assumir nossas responsabilidades, dar o exemplo e ter atitudes mais sustentáveis, assim podemos cobrar isso dos nossos governantes e também de nossos amigos e familiares. Se colocarmos nossas mãos juntas, nada é impossível! Vamos juntos pela vida!
       
Equipe Gaia do Greenpeace

sábado, 11 de outubro de 2014

Falta de água em São Paulo, e agora?

Olá pessoal. Imagino que todos estão preocupados com a escassez de água na grande São Paulo devido a falta de chuva na região e ao baixo nível do Sistema Cantareira e de outros sistemas que abastecem a região. O fato é que há falta e água, mas e agora? Não estou aqui para apontar culpados e falar sobre o que causou o problema (mesmo porque a água é um recurso finito e limitado), mas para dar dicas de como economizar água e como ter uma reserva de emergência.

Primeiramente é preciso economizar a água. É essencial que se evite desperdícios. Para isso, evite banhos demorados, não deixe a torneira ligada quando estiver escovando os dentes ou lavando a louça, de preferência a mangueiras com esguicho ou regadores na hora de regar as plantas, lave seu carro apenas quando for realmente necessário e quando o fizer, evite o desperdício. Sei que quem tem carro gosta sempre de manter o carro brilhando e o lava sempre que este está, mesmo que só um pouco, sujo. Sei mesmo como é essa necessidade de manter o carro limpo. Sou homem e dirijo (sem preconceitos, claro. É que geralmente o homem tem mais essa necessidade com os carros do que as mulheres), mas Toda vez que você leva seu carro para lavar, uma grande quantidade de água é desperdiçada.

Lembrando que já falamos sobre a economia de água na Dica Sustentável 16. Vale a pena conferir novamente.

Mantenha uma reserva de água em casa. Se a escassez ainda não o atingiu, aproveite e encha algumas garrafas pet vazias que tem em casa, como reserva para quando faltar água. Essa também é uma maneira de reutilizar as garrafas pet.
 
 
Faça o reuso da água. Há maneiras de se reutilizar a água da máquina de lavar roupas e do chuveiro. Essa água pode ser utilizada para a lavagem de quintal e na descarga de vasos sanitários, evitando ainda mais o desperdício. Pesquise a respeito sobre os sistemas existentes de captação, armazenamento e filtragem deste tipo de água.

Também pode-se fazer a captação da água das chuvas. Essa água captada pode ser utilizada na limpeza, em geral, para regar plantas e até para o consumo, se for tratada com cloro. Existem vários sistemas de captação de água de chuva. Pesquise e utilize o que preferir. A chuva pode não estar abundante, mas tudo o que puder aproveitar será útil.

E é claro. Preserve o meio ambiente, promova a educação ambiental para conscientizar as pessoas sobre os problemas ambientais e sempre que ver alguém cometendo algum crime ambiental, comunique o órgão responsável imediatamente. 
Segue um link do site do Greenpeace, que explica para quais órgãos ambientais ligar de acordo com a infração. 

                    Imagem: Cantareira sobre com a falta de chuva. Fonte: Folha de São Paulo

Procure seguir o máximo desses procedimentos que conseguir e estará ajudando na economia da água. E o que nos resta é esperar que a chuva volte e que aumente o volume do Sistema Cantareira e dos outros!

domingo, 29 de junho de 2014

Instituto Argonauta

Pessoal, estou saindo de cena no mês de julho. Fui chamado para estagiar no Instituto Argonauta Para Conservação Costeira e Marinha, em Ubatuba. O instituto atua em parceria com o Aquário de Ubatuba e possui convenio com a Petrobras.
Estarei trabalhando com o Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Aquáticos (CRETA), cujo objetivo é realizar o resgate e reabilitação de animais marinhos no litoral norte do estado de São Paulo.
O trabalho começa amanhã e hoje já estou indo para Ubatuba. Espero voltar com muitos novos registros e novos conhecimentos.


Até a volta, São Paulo!
 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Praia da Jureia - Garça-azul

Em março a engenharia ambiental do SENAC fez uma visita à praia da Juréia, em Iguape, litoral paulista, iniciando um projeto para ajudar a população local, avaliando possíveis cenários futuros para a região. A maioria dos moradores da região possuem uma vida humilde. As ruas não são asfaltadas e a disposição do esgoto se da através de fossas.

Segue uma notícia do site Diário de Iguape que fala sobre nosso projeto na praia da Juréia:

SENAC SP faz Levantamento Socioambiental na Barra do Ribeira, em Iguape.

Apesar de estarmos no litoral, consegui apenas um registro novo, pois estava mais focado na realização do trabalho.


Essa é a garça-azul. Ave que habita principalmente o litoral, podendo ser encontrado também no Pantanal e na Bacia Amazõnica. Nas marés baixas, explora os manguezais e lamaçais do litoral. No Brasil, os manguezais são os únicos locais conhecidos em que essa espécie se reproduz. Ótimo lugar para esse animal viver, visto que se alimenta de peixes e pequenos invertebrados. Vive sozinha, em casais ou em grupos de três indivíduos.

Em breve estaremos voltando à Juréia para um estudo mais específico. E podem ter certeza que o Spirito Selvagem acompanhará esse trabalho!
  

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Calouro Cidadão

Como muitos paulistanos viram, nesse sábado passou no SPTV uma reportagem sobre o Calouro Cidadão.
O Calouro Cidadão é um movimento criado pela Área Educacional da Virada Sustentável com apoio da Rede Globo de São Paulo. O objetivo é oferecer aos calouros uma experiência única, de interagir com crianças de uma comunidade humilde na Brasilândia, zona norte e ajudá-las a se conscientizar sobre o lixo e os problemas que ele pode trazer para o meio ambiente e para a saúde humana.

Nesse ano participaram cinco universidades: A FGV (Fundação Getúlio Vargas), Santa Casa, PUC/SP, IED (Instituto Europeu de Design) e o SENAC.

Foto alunos do SENAC na Oficina de Construção

Para o projeto, alguns veteranos dessas universidades (do SENAC fomos eu e o meu amigo e colega Bruno Regis) foram instruídos pelo professor da FGV e coordenador do projeto, Ademar, a apresentar o projeto aos calouros e convidá-los a participar. 

Foto alunos do SENAC na Oficina de Construção

Nós, do curso de engenharia ambiental do SENAC nos organizamos para fazer uma Oficina de Construção com as crianças, onde elas aprenderam a importância de se reciclar e reutilizar os resíduos sólidos. As crianças aprenderam a reaproveitar garrafas plásticas e outros materiais, construindo vários brinquedos como carros, com esses materiais que seriam descartados.

Foto alunos do SENAC na Oficina de Construção

Segue os link com as reportagens sobre o Calouro Cidadão, no SPTV 1ª edição e 2ª edição:

Reportagem SPTV 1ª edição (ao vivo)
http://globotv.globo.com/rede-globo/sptv-1a-edicao/t/edicoes/v/projeto-calouro-solidario-apresenta-uma-nova-forma-de-trotes-nas-universidades/2423283/

Reportagem SPTV 2ª edição

Eu e todos os alunos do SENAC agradecemos ao Ademar por nos dar a oportunidade de participar desse projeto que marcou em muito em nossas vidas e ajudou as crianças e o meio ambiente.
 

domingo, 21 de outubro de 2012

Resultados da Fitorremediação

Boa tarde, leitores! Lembram da nossa postagem sobre fitorremediação? Aquelas plantas aguapés e alfaces d'água para o controle da poluição de tanques contendo esgoto doméstico eram pequenas, mas com o tempo, foram absorvendo os poluentes da água e cresceram de uma forma surpreendente! Confiram as fotos abaixo com apenas duas semanas de experimento!

Foto tirada no dia 01/10:


Foto tirada no dia 08/10:


Foto tirada no dia 15/10:


Essas fotos mostram que o processo está funcionando! A água suja fornece muitos nutrientes para as plantas, que os absorvem. Bom para a planta, bom para a água, que vai ficando cada vez mais limpa. Esse é um processo a longo prazo, podendo levar, vários meses para a água ficar completamente limpa, porém, já é possível ver resultados!
 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Fitorremediação

Nós, do segundo período de Engenharia Ambiental e Sanitária do Centro Universitário SENAC estamos tratando água de esgoto com plantas, procedimento conhecido como ''fitorremediação''. A fitorremediação é a utilização de plantas, para controlar a poluição de solos, águas e do ar. 

O que acontece é que as plantas absorvem os poluentes através de sua raíz, diminuindo assim, a contaminação da água.
Cada um dos tanques abaixo, possui água tratada misturada com 15% ou 30% (depende do tanque) de água de esgoto doméstico. O nosso objetivo é utilizar aguapés e alfaces d'água (plantas biorremediadoras), para tratar essa água, e ver qual das duas plantas é a mais eficiente para este processo. 




As plantas escolhidas devem conter uma boa capacidade de absorção, ser perenes, ter um sistema radicular profundo, ter a capacidade de se desenvolver bem em vários ambientes. Um ponto que deve ser ressaltado é que os poluentes são absorvidos pela raiz, e uma vez absorvidos, os mesmos ficam retidos na raiz, no caule e na folha, sendo assim, os mesmos podem ser transformados em uma substancias menos contaminantes ou até mesmo sendo eliminados pela fotossíntese.

Abaixo estão o aguapé (a esquerda) e o alface d'água (a direita).


Este é um processo com resultados a longo prazo, porém, toda semana, até o final do semestre, faremos as análises físico-químicas da água dos tanques e acompanharemos o crescimento das plantas, para saber se há melhoras significativas. A água não estará totalmente pura, até o final do ano, para isso, seria necessário mais tempo, porém, nossa espectativa é que ela esteja bem mais limpa do que está agora.

Este é um processo eficiente e natural, para o tratamento de água! Espero que tenham gostado, e continuem nos acompanhando!
 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Larva de Libélula

Esta é uma parte do laguinho da faculdade, onde coletamos alguns exemplares de aguapés e alfaces d'água, para utiliza-los no processo de biorremediação, ou fitorremediação (com plantas). Foi desse lago que veio a ninfa (larva da libélula) mostrada no vídeo, e foi onde eu a soltei, após a filmagem.


Falaremos sobre a fitorremediação (utilização de plantas para controlar a poluição de solos, águas e do ar) nas próximas postagens. Hoje o foco é na larva de libélula que encontramos durante esse trabalho de fitorremediação! A libélula foi encontrada enquanto limpávamos os alfaces d'água!



Uma libélula pode viver até quatro anos, mas o período da fase adulta é muito curto. A libélula passa por três fases durante sua vida, o ovo, a ninfa (mostrada no vídeo) e o adulto. A ninfa é o estágio mais duradouro da vida desse inseto.

Após a cópula, os ovos são depositados na água ou em uma planta aquática. Após os ovos eclodirem, a larva já é uma ninfa. As ninfas não possuem asas, vivem na água e comem qualquer animal menor que elas, sendo larvas de peixes, girinos, larvas de mosquitos, etc.

Quando a ninfa está pronta para passar para o estágio adulto, ela sai da água para efetuar a metamorfose. Escala um caule de uma planta que esteja perto, aderindo seu exoesqueleto ao caule, até que o adulto resolva emergir. Durante essa fase, ela não se alimenta e não se mexe. Após emergir, deixando o corpo antigo para trás (a pele da ninfa, abandonada é chamada de ''exúvia''), a libélula espera até que suas asas se sequem e depois sai à procura de alimento e de um companheiro. A libélula já adulta, vive aproximadamente uns dois meses.

Como não consegui nenhuma foto, pesquisei uma imagem desse inseto, para mostrar pra vocês!

Imagem da ninfa:
Fonte da foto: http://diariodebiologia.com/2010/04/o-ciclo-de-vida-impressionante-da-libelula/

Agradecimentos:

Gostaria de agradecer aos colegas Guilherme, por fazer a filmagem para mim e à Giuliana, por encontrar a ninfa!